Avisos
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu a obrigatoriedade do relatório do ISSB no Brasil. Entenda a diferença para as Normas GRI e por que a elaboração voluntária de relatórios ainda faz sentido estratégico.
Entenda como funciona o inventário de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) no âmbito do Protocolo de GEE Brasil, seus escopos e selos, e por que ele deve ser realizado antes da compra de créditos de carbono.
Entenda por que a gestão ESG baseada em planilhas está ultrapassada e como uma plataforma estruturada conecta o inventário de emissões, a maturidade ESG e os créditos de carbono.
Durante anos, o ESG foi associado principalmente à gestão da reputação, ao branding e à responsabilidade corporativa. No entanto, uma transformação silenciosa está ocorrendo nos bastidores do mercado B2B: as empresas estão cada vez mais...
Durante anos, os critérios ESG foram vistos principalmente como iniciativas de branding, conformidade ou relações com investidores. No entanto, uma transformação silenciosa está ocorrendo no cenário B2B: empresas estão perdendo contratos.
Quando se fala em ESG, muitas empresas ainda associam a sustentabilidade a grandes projetos, investimentos significativos ou mudanças estruturais complexas.
As empresas que entram no mercado de carbono rapidamente se deparam com dois nomes dominantes: Verra (responsável pelo VCS) e a Gold Standard Foundation.
A pressão por conformidade ambiental global nunca foi tão grande. Empresas que operam em cadeias de suprimentos internacionais já perceberam que as auditorias ambientais deixaram de ser eventos ocasionais.
Se sua empresa ainda considera ESG como uma tendência, já está atrasada. Em 2026, a sustentabilidade não é mais apenas um discurso — ela impacta diretamente custos, riscos e acesso ao mercado.
O carbono deixou de ser apenas um indicador ambiental para se tornar uma variável econômica concreta, capaz de impactar diretamente custos, receitas e o valor de mercado das empresas.
Toda estratégia ESG séria chega a um ponto em que a equipe trava: “devemos reduzir ou compensar?” A resposta correta quase nunca é “ou”. É “qual parcela pode ser reduzida”.
Durante muito tempo, os créditos de carbono foram tratados pelas empresas como um mecanismo técnico, quase contábil: uma forma de compensar as emissões e cumprir os compromissos ambientais.